Um dos cenários mais dolorosos para um arbitrador é quando o Facebook ou o Google Ads banem não apenas uma conta específica, mas toda a informação de pagamento. Após isso, o cartão que você usou para recarregar a conta publicitária se torna inutilizável para essa plataforma para sempre. Isso acontece especialmente ao copiar (cópias) campanhas publicitárias entre contas — as plataformas aprenderam a rastrear conexões através de dados de billing e a banir conjuntos inteiros de contas de uma só vez.
Neste material, vamos analisar as razões técnicas para os bans em cadeia através do billing, mostrar como as plataformas conectam contas através de dados de pagamento e fornecer instruções específicas sobre como proteger seus cartões e contas ao escalar através de cópias.
O que é o banimento de billing e por que ele é mais perigoso do que o banimento normal da conta
O banimento de billing (billing ban) é o bloqueio pela plataforma não de uma conta publicitária específica, mas dos dados de pagamento: número do cartão, conta do PayPal, conta bancária ou até mesmo o nome do titular do cartão. Após tal banimento, você não poderá usar essas informações de pagamento em nenhuma nova ou existente conta publicitária nessa plataforma.
A diferença entre um banimento normal e um banimento de billing é crítica:
Banimento normal da conta:
- Bloqueia uma conta publicitária específica
- É possível criar uma nova conta com os mesmos dados de pagamento
- O cartão continua funcionando em outras contas
- Perda: uma conta e campanhas nela
Banimento de billing:
- Bloqueia as informações de pagamento para sempre
- Todas as contas com esse cartão recebem banimento (chain-ban)
- Impossível criar uma nova conta com esses dados
- Perda: todo o conjunto de contas + cartão sai de circulação
Para um arbitrador que trabalha com 10-50 contas, o banimento de billing significa a perda de um segmento inteiro da estrutura de farm. Se um cartão estiver vinculado a 15 contas do Facebook Ads com um orçamento diário total de $3000, o banimento de billing interrompe todo esse fluxo de tráfego instantaneamente. Além disso, o próprio cartão se torna "sujo" — não pode ser usado nem para criar uma conta pessoal na plataforma.
Isso atinge especialmente aqueles que usam cartões corporativos ou cartões em seu próprio nome — após o banimento de billing, seus dados reais entram na lista negra da plataforma, e contornar isso é mais difícil do que simplesmente comprar uma nova conta.
Como o Facebook e o Google rastreiam conexões através de dados de pagamento
As plataformas publicitárias utilizam um sistema de múltiplos níveis para vincular contas através de informações de billing. Não é apenas uma comparação de números de cartões — é uma análise complexa de dezenas de parâmetros de dados de pagamento e comportamento.
Principais pontos de rastreamento de billing
| Parâmetro | O que é rastreado | Risco de vinculação |
|---|---|---|
| Número do cartão (BIN) | Os primeiros 6-8 dígitos do cartão (identificador do banco) | Crítico |
| Últimos 4 dígitos | Exibidos na interface, armazenados na base | Crítico |
| Nome do titular do cartão | Nome completo em letras latinas, como no cartão | Crítico |
| Endereço de billing | Endereço vinculado ao cartão (rua, cidade, ZIP) | Alto |
| IP ao adicionar o cartão | De qual IP o pagamento foi vinculado | Alto |
| Fingerprint do dispositivo | Fingerprint do navegador/dispositivo ao pagar | Alto |
| Email do pagador | Email fornecido no sistema de pagamento | Médio |
| Padrões de transações | Valores, frequência de recargas, horários de pagamentos | Médio |
O Facebook e o Google utilizam a hash dos dados de pagamento — eles não armazenam o número completo do cartão em texto claro, mas criam um hash único (impressão digital) com base na combinação de parâmetros. Se duas contas têm o mesmo ou um hash de billing semelhante, o sistema as marca automaticamente como relacionadas.
Como funciona o chain-ban através do billing
Vamos imaginar um cenário típico para um arbitrador:
Dia 1: Você vincula o cartão Visa **1234 à conta Facebook Ads #1. Tudo funciona.
Dia 5: Cria a conta #2, vincula o mesmo cartão **1234. Recarrega, inicia campanhas.
Dia 10: Conta #3 com o mesmo cartão. Agora você tem 3 contas em um único billing.
Dia 15: Conta #2 recebe um banimento por violação (por exemplo, criativo agressivo).
Dia 16: O Facebook analisa as conexões da conta banida, encontra o billing comum **1234, bane o cartão e fecha automaticamente as contas #1 e #3. Todas as três contas estão mortas, o cartão está na lista negra.
Este é um chain-ban clássico. As plataformas buscam ativamente essas conexões, pois um infrator raramente trabalha com uma única conta — geralmente é uma estrutura de farm. O banimento de billing permite que eles "eliminem" toda a fazenda com uma única ação.
Por que a cópia de campanhas provoca bans em cadeia
A cópia (cópias) de campanhas publicitárias é uma prática padrão de escalonamento em arbitragem. Você encontra uma combinação vencedora de criativo + segmentação em uma conta e a duplica em 5-10 outras contas para aumentar o volume de tráfego. Mas é precisamente as cópias que criam os sinais mais evidentes para os sistemas antifraude das plataformas.
O que as plataformas veem ao copiar campanhas
Quando você copia uma campanha da conta A para a conta B, o Facebook e o Google registram muitos parâmetros idênticos:
- Criativos idênticos: O mesmo arquivo de imagem/vídeo (verificado através do hash do arquivo, não pelo nome)
- Textos de anúncios iguais: Títulos, descrições, CTA — uma correspondência de até 80% já é um sinal
- Configurações de segmentação semelhantes: Os mesmos interesses, idade, geolocalização, placements
- Páginas de destino idênticas: URL da página de destino, especialmente se for uma oferta agressiva
- Tempo de criação sincronizado: Campanhas em diferentes contas criadas com uma diferença de 5-30 minutos
- Orçamentos semelhantes: Por exemplo, todas as campanhas começam com $50/dia
Cada um desses fatores isoladamente não é crítico. Mas quando o algoritmo vê 5-10 contas com campanhas idênticas, criadas quase simultaneamente, e encontra um elemento comum (por exemplo, billing), ele conclui: esta é uma rede coordenada de contas de um único proprietário, violando as regras de multi-contas.
Billing como o principal elemento de conexão em cópias
O problema é que os outros parâmetros (IP, navegador, criativos) os arbitradores aprenderam a isolar através de navegadores anti-detect como o Dolphin Anty ou AdsPower e proxies residenciais. Mas o billing muitas vezes permanece comum — porque não há cartões suficientes, ou o arbitrador não entende a criticidade dessa conexão.
Erro típico em cópias:
O arbitrador cria 10 perfis no Dolphin Anty, atribui a cada um um proxy e fingerprint únicos. Copia uma campanha bem-sucedida para todas as 10 contas. Mas todas as 10 contas são recarregadas com um único cartão. Após 2-3 dias, uma onda de bans chega — a plataforma vinculou as contas através do billing, viu campanhas idênticas e considerou isso uma rede de spam. Resultado: banimento de todas as 10 contas + cartão na lista negra.
A cópia de campanhas em si não é proibida, mas cria um padrão claro que faz com que os sistemas antifraude busquem conexões entre as contas. E se eles encontram um billing comum — isso se torna uma prova de violação, e o chain-ban é inevitável.
Isolamento de billing: estrutura de contas e cartões
O correto isolamento de billing não é apenas "um cartão para uma conta". É uma estrutura bem pensada que leva em conta os riscos, o custo dos cartões e seus processos de negócios. Vamos considerar diferentes estratégias, desde as conservadoras até as agressivas.
Estratégia 1: Isolamento completo (1 cartão = 1 conta)
A abordagem mais segura, mas a mais cara. Cada conta publicitária recebe um cartão único, que nunca é usado em outras contas.
Vantagens:
- Risco zero de chain-ban através do billing
- O banimento de uma conta não afeta as outras
- É possível copiar campanhas agressivamente sem medo de vinculação
Desvantagens:
- Custo alto: cartões virtuais custam $2-5 cada, para 50 contas = $100-250
- Dificuldade de gerenciamento: é preciso acompanhar os saldos de 50 cartões diferentes
- Problemas com recarga: nem todos os bancos oferecem muitos cartões virtuais
Essa estratégia é justificada para contas caras, aquecidas, com alta pontuação de confiança ou para trabalhar com ofertas agressivas (nutra, jogos de azar, criptomoedas), onde o risco de banimento é inicialmente alto.
Estratégia 2: Isolamento em cluster (1 cartão = 3-5 contas)
Uma opção de compromisso. Você cria clusters de 3-5 contas, cada cluster opera com um cartão separado. Dentro do cluster, as contas estão conectadas pelo billing, mas os clusters estão isolados uns dos outros.
| Cluster | Contas | Cartão | Ofertas |
|---|---|---|---|
| Cluster A | ACC-001, ACC-002, ACC-003 | Cartão **1234 | E-commerce (risco baixo) |
| Cluster B | ACC-004, ACC-005, ACC-006, ACC-007 | Cartão **5678 | Infoprodutos (risco médio) |
| Cluster C | ACC-008, ACC-009, ACC-010 | Cartão **9012 | Nutra (risco alto) |
| Cluster D | ACC-011, ACC-012, ACC-013, ACC-014, ACC-015 | Cartão **3456 | Dating (risco alto) |
Regras-chave para o isolamento em cluster:
- Não copie campanhas entre clusters: Cópias são permitidas apenas dentro de um cluster (ou seja, entre contas em um único cartão)
- Separe por nível de risco: Ofertas agressivas — em um cluster separado com o número mínimo de contas
- Use proxies diferentes para clusters: O cluster A opera através de proxies dos EUA, o cluster B — através da Alemanha, etc.
- Espalhe ao longo do tempo: Não crie todas as contas do cluster em um único dia
Ao banir uma conta em um cluster, há o risco de perder todo o cluster (3-5 contas), mas os outros clusters permanecerão vivos. Este é um equilíbrio razoável entre o custo dos cartões e a segurança.
Estratégia 3: Rotação de cartões ao longo do tempo
Um método mais avançado. Você usa um cartão para várias contas, mas não simultaneamente, e sim sequencialmente com grandes intervalos de tempo.
Exemplo de workflow:
1. Vincula o cartão **1234 à conta ACC-001, trabalha por 30 dias
2. Desvincula o cartão da ACC-001, adiciona outro cartão **5678
3. Após 14 dias, vincula o cartão **1234 a uma nova conta ACC-002
4. Assim, um cartão atende 3-4 contas, mas nunca é usado em duas simultaneamente
Essa estratégia funciona porque as plataformas reagem mais fortemente ao uso simultâneo de billing em várias contas. Se o cartão aparece em uma nova conta um mês após ser desvinculado da antiga, a conexão é menos óbvia.
No entanto, ainda há risco: se uma das contas onde o cartão foi usado receber um banimento, a plataforma pode analisar o histórico desse cartão e banir retroativamente, afetando a conta atual.
Configuração de navegador anti-detect para trabalhar com diferentes billings
Navegadores anti-detect (Dolphin Anty, AdsPower, Multilogin, GoLogin) isolam o fingerprint e cookies, mas por si só não protegem contra a vinculação através de billing. No entanto, a organização correta dos perfis no anti-detect ajuda a evitar erros críticos ao trabalhar com cartões.
Estrutura de perfis por clusters de billing
Crie um sistema de nomenclatura e etiquetagem de perfis que mostre visualmente qual billing está vinculado a qual conta. Exemplo no Dolphin Anty:
Perfil: FB_USA_Cluster-A_001
- Etiquetas: [ClusterA] [Billing-1234] [USA] [E-commerce]
- Proxy: Residencial EUA (único para este perfil)
- Nota: "Cartão **1234, emitido em 15.01.2024, limite $5000"
Perfil: FB_USA_Cluster-A_002
- Etiquetas: [ClusterA] [Billing-1234] [USA] [E-commerce]
- Proxy: Residencial EUA (outro IP, mas mesma sub-rede/provedor)
- Nota: "Cartão **1234, emitido em 15.01.2024, limite $5000"
Essa estrutura permite:
- Ver instantaneamente quais perfis usam um único billing (filtro pela etiqueta [Billing-1234])
- Evitar a cópia acidental de campanhas entre diferentes clusters
- Em caso de banimento, identificar rapidamente quais outras contas estão em risco
- Controlar que cada cluster opera através de seu próprio pool de proxies
Configuração de fingerprint para segurança de billing
Embora o fingerprint não esteja diretamente relacionado ao billing, existem parâmetros que as plataformas verificam ao adicionar informações de pagamento:
| Parâmetro | Recomendação | Por que é importante |
|---|---|---|
| User-Agent | Use versões atualizadas do Chrome/Edge para Windows | UA antigos ou exóticos levantam suspeitas durante o pagamento |
| WebGL | Ativado, com renderizador real (sem substituição) | Os formulários de pagamento verificam WebGL para antifraude |
| Canvas | Único para cada perfil, mas estável | O fingerprint do Canvas é usado em verificações 3D Secure |
| Timezone | Corresponde à geolocalização do proxy e ao endereço de billing | Incompatibilidade entre timezone e endereço do cartão é um sinal vermelho |
| Language | O idioma do navegador corresponde ao país do cartão | Cartão dos EUA + idioma russo no navegador = suspeito |
| Screen resolution | Resoluções típicas (1920x1080, 1366x768) | Resoluções exóticas atraem atenção |
É especialmente importante: ao adicionar um cartão pela primeira vez a uma conta, NÃO MUDAR o fingerprint desse perfil por pelo menos 30 dias. As plataformas lembram de qual "dispositivo" o pagamento foi vinculado, e se uma semana depois a mesma conta acessa com um fingerprint completamente diferente — isso é um sinal de comprometimento ou transferência de conta.
O papel do proxy na proteção de dados de pagamento
Proxies não protegem o billing diretamente — as plataformas vinculam contas através do número do cartão, e não através do IP. Mas o uso correto de proxies reduz a probabilidade de que o sistema antifraude comece a buscar conexões através do billing.
IP ao adicionar informações de pagamento
Quando você vincula um cartão a uma conta publicitária, a plataforma registra o endereço IP de onde isso foi feito. Esse IP se torna parte do "perfil" dos dados de pagamento. Regras críticas:
Nunca adicione cartões diferentes de um único IP!
Se você vinculou o cartão **1234 à conta A com o IP 192.168.1.1, e uma hora depois vinculou o cartão **5678 à conta B do mesmo IP 192.168.1.1 — a plataforma registrará que ambos os cartões são geridos de um único dispositivo/localização. Isso é uma conexão direta entre as contas.
Abordagem correta:
- Um proxy = um billing: Se as contas A, B, C usam o cartão **1234, todas devem operar através do mesmo proxy (ou pelo menos uma sub-rede)
- Clusters diferentes = proxies diferentes: O cluster com o cartão **1234 opera através de um proxy dos EUA, o cluster com o cartão **5678 — através de um proxy do Reino Unido
- Não mude o proxy durante operações de billing: Adição de cartão, alteração de limite, recarga — sempre do mesmo IP que a operação principal da conta
Que tipo de proxy escolher para trabalhar com billing
Para tarefas relacionadas a dados de pagamento, apenas proxies residenciais e proxies móveis são adequados. Proxies de data center são muito detectáveis e frequentemente já estão em listas negras de sistemas de pagamento.
| Tipo de proxy | Para billing | Comentário |
|---|---|---|
| Residenciais (Residential) | ✅ Excelente | IPs reais de usuários domésticos, alta confiança. Melhor escolha para Facebook Ads, Google Ads |
| Móveis (Mobile 4G/5G) | ✅ Excelente | Máxima confiança, ideal para TikTok Ads, Instagram. Mais caro que residenciais |
| Data centers (Datacenter) | ❌ Não recomendado | Alto risco de banimento ao adicionar cartão, sistemas de pagamento os detectam |
| Gratuitos/públicos | ❌ Nunca | Banimento garantido de billing, esses IPs estão em listas negras de todas as plataformas |
Uma característica do trabalho com proxies residenciais: muitos provedores oferecem rotação de IP (IP muda a cada 5-30 minutos). Para trabalhar com billing, isso não é adequado — você precisa de um IP sticky (grudento), que permanece durante toda a sessão ou até mesmo por vários dias.
Recomendação para configuração de proxy para billing:
1. Compre proxies residenciais com sessão sticky por pelo menos 24 horas
2. Vincule um IP a um cluster de contas (com billing comum)
3. Não mude esse proxy por pelo menos 30 dias após adicionar o cartão
4. O proxy geográfico deve corresponder ao país do endereço de billing do cartão (cartão dos EUA = proxy dos EUA)
Erros com proxies que comprometem o billing
Erros típicos de arbitradores ao trabalhar com proxies e pagamentos:
- Uso de um único proxy para todas as contas: Todas as suas contas acessam com um único IP → a plataforma as vincula → encontra diferentes billings → suspeita de multi-contas → bans
- Mudança frequente de IP dentro da sessão: Adicionou um cartão com IP 1.1.1.1, 10 minutos depois recarregou com IP 2.2.2.2 → a plataforma vê anomalia → verifica billing → possível banimento
- Incompatibilidade entre geolocalização do proxy e do cartão: Cartão emitido nos EUA, endereço de billing em Nova Iorque, mas você opera através de um proxy da Índia → 3D Secure não passará, o cartão será bloqueado
- Reutilização de IP "sujo": O proxy já foi usado para uma conta banida → nova conta com um novo cartão através desse IP → conexão através da reputação do IP → banimento preventivo
Proxies não são uma proteção para billing, mas uma ferramenta de isolamento. Eles devem funcionar em conjunto com a estrutura correta de cartões e contas, e não substituí-la.
Workflow seguro para cópia de campanhas
Agora vamos reunir tudo em um único processo: como copiar campanhas bem-sucedidas entre contas, minimizando o risco de chain-ban através do billing.
Passo 1: Preparação da infraestrutura
Antes de começar a copiar, certifique-se de que você tem a estrutura correta:
✅ Checklist da infraestrutura:
- [ ] Contas divididas em clusters de 3-5
- [ ] Cada cluster tem um cartão único (ou cartões, mas isolados de outros clusters)
- [ ] Cada cluster opera através de seu próprio pool de proxies residenciais (uma região por cluster)
- [ ] No navegador anti-detect, os perfis estão marcados com etiquetas de cluster e número de billing
- [ ] Você tem uma tabela de correspondência: qual conta → qual cartão → qual proxy
- [ ] Proxies configurados para sessão sticky (IP não muda por pelo menos 24 horas)
Passo 2: Definição do doador e dos recipientes
Suponha que você tenha uma campanha bem-sucedida na conta ACC-001 (Cluster A, cartão **1234). Você deseja escalar, copiando-a para outras contas.
Opções seguras de cópia:
Opção 1: Cópia dentro do cluster (risco baixo)
Você copia a campanha da ACC-001 para a ACC-002 e ACC-003, que estão no mesmo Cluster A (mesmo cartão **1234). O risco é mínimo, pois essas contas JÁ estão conectadas pelo billing, e a plataforma sabe disso. Copiar campanhas dentro do conjunto não adiciona novos sinais.
Opção 2: Cópia entre clusters com modificação (risco médio)
Você copia a campanha da ACC-001 (Cluster A, cartão **1234) para a ACC-010 (Cluster C, cartão **9012). MAS antes de iniciar, você altera:
- O criativo
- O texto do anúncio
- O orçamento inicial
- O horário de início
Essas mudanças ajudam a disfarçar a cópia e a reduzir o risco de detecção.
Passo 3: Execução da cópia
Após a preparação, inicie a cópia seguindo as opções seguras definidas. Monitore as contas para qualquer sinal de problemas e ajuste conforme necessário.
O que fazer se o billing já foi banido
Se você já enfrentou um banimento de billing, é crucial agir rapidamente. Aqui estão algumas etapas a seguir:
- Identifique quais contas estão afetadas e quais dados de billing foram banidos.
- Desvincule os cartões banidos de todas as contas.
- Considere a criação de novos cartões com dados diferentes e limpos.
- Evite usar os mesmos dados de billing que foram banidos em novas contas.
- Monitore as novas contas de perto para evitar um novo banimento.
A prevenção é sempre a melhor abordagem. Aplique as estratégias discutidas neste artigo para minimizar o risco de bans futuros.
Conclusão
O banimento de billing é um dos maiores riscos que os arbitradores enfrentam. Compreender como as plataformas rastreiam dados de pagamento e implementar estratégias de isolamento eficazes pode ajudar a proteger suas contas e garantir a continuidade de suas operações publicitárias. Aplique as melhores práticas discutidas e mantenha-se sempre atualizado sobre as mudanças nas políticas das plataformas.