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Como garantir que o proxy não registra dados: 7 maneiras de verificar o provedor

Descubra como verificar um provedor de proxy quanto ao registro de dados: análise da política de privacidade, testes técnicos, verificação da jurisdição e outros métodos de proteção.

📅20 de fevereiro de 2026
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Quando você trabalha com dezenas de contas de anúncios do Facebook Ads, gerencia perfis de clientes no Instagram ou coleta preços de concorrentes em marketplaces — a questão da privacidade se torna crítica. O provedor de proxy vê todo o seu tráfego: quais sites você visita, quais dados você insere, de quais contas você está trabalhando. Se o provedor registra (salva) essas informações — seus dados podem cair nas mãos de terceiros, concorrentes ou autoridades.

Neste guia, vamos explorar 7 maneiras práticas de verificar se o provedor de proxy registra dados — desde a análise de documentos até testes técnicos. Os métodos são adequados para arbitradores, especialistas em SMM, vendedores de marketplaces e todos que valorizam a privacidade.

Por que o registro é perigoso para o seu negócio

Antes de passar para os métodos de verificação, é importante entender quais riscos específicos o registro de dados pelo provedor de proxy pode acarretar. Esta não é uma ameaça abstrata — são cenários reais que podem arruinar seu negócio.

O que exatamente o provedor pode registrar

Quando todo o seu tráfego passa por um servidor proxy, o provedor tem acesso técnico a:

  • Sites e URLs visitados — quais plataformas você está usando (Facebook Ads, Instagram, Wildberries)
  • Marcas de tempo — quando e quanto tempo você trabalhou com cada conta
  • Volume de dados transferidos — quanto tráfego cada endereço IP consumiu
  • Dados não criptografados — se você usa HTTP em vez de HTTPS, o provedor vê todo o conteúdo das solicitações
  • Metadados das contas — a conexão entre diferentes IPs e suas contas
  • Dados de autenticação — logins, senhas, tokens ao usar proxies HTTP sem criptografia

Riscos reais para diferentes categorias de usuários

Para arbitradores:

  • Revelação da conexão entre contas de anúncios → bans em cadeia no Facebook Ads
  • Vazamento de criativos e combinações para concorrentes
  • Transferência de dados para plataformas de anúncios mediante solicitação
  • Bloqueio de todas as contas se a plataforma receber logs do provedor

Para especialistas em SMM:

  • Perda de contas de clientes no Instagram/TikTok devido à revelação de multi-contas
  • Vazamento de estratégias de conteúdo e cronogramas de postagens
  • Acesso de terceiros à correspondência com clientes
  • Riscos de reputação em caso de vazamento de dados de clientes

Para vendedores de marketplaces:

  • Revelação da estratégia de preços e monitoramento de concorrentes
  • Transferência de dados de scraping para os próprios marketplaces (Wildberries, Ozon)
  • Vazamento de informações sobre fornecedores e produtos
  • Bloqueio de contas do vendedor ao transferir logs para a plataforma

O cenário mais perigoso é quando o provedor colabora com plataformas (Facebook, Google, Instagram) e lhes fornece logs mediante solicitação. Nesse caso, a plataforma obtém uma visão completa da sua multi-conta e pode bloquear todas as contas relacionadas simultaneamente.

Análise da política de privacidade do provedor

O primeiro e mais simples método de verificação é estudar atentamente a política de privacidade (Privacy Policy) no site do provedor. Empresas sérias indicam claramente o que exatamente elas registram e o que não registram.

O que procurar na Privacy Policy

Abra a política de privacidade do provedor e procure seções sobre registro. Preste atenção às seguintes formulações:

Formulação O que isso significa Avaliação
"Política de no-logs" ou "Zero-logs" O provedor afirma que não armazena logs da atividade dos usuários ✓ Bom
"Coletamos logs de conexão por 24-48 horas" Armazenam logs de conexões (IP, tempo) temporariamente para fins técnicos ~ Aceitável
"Registramos tráfego para controle de qualidade" Registram todo o tráfego para "controle de qualidade" — perigoso ✗ Ruim
"Podemos compartilhar dados com as autoridades" Transferem dados mediante solicitação das autoridades — significa que armazenam logs ✗ Ruim
"Não monitoramos sua atividade de navegação" Não rastreiam quais sites você visita ✓ Bom
Não há política de privacidade Bandeira vermelha crítica — evite esse provedor ✗✗ Perigoso

Questões-chave sobre a Privacy Policy

Ao analisar o documento, faça a si mesmo estas perguntas:

  1. Há uma declaração clara sobre no-logs? Se o provedor não armazena logs — ele irá afirmar isso claramente, é uma vantagem competitiva.
  2. O que exatamente eles registram para "fins técnicos"? A diferença entre registrar o tempo de conexão e todo o tráfego é enorme.
  3. Por quanto tempo os logs são armazenados? 24 horas — aceitável, 30 dias — já é perigoso, "indefinidamente" — evite.
  4. Com quem compartilham dados? Se houver a frase "parceiros de terceiros" sem especificar quem são — bandeira vermelha.
  5. Há menção de warrant canary? Este é um indicador de que o provedor leva a privacidade a sério (explicarei abaixo).

💡 Dica prática: Use a busca na página (Ctrl+F) e procure palavras: "log", "store", "retain", "collect", "share", "third party". Isso rapidamente mostrará todas as menções ao registro no documento.

Exemplo de boa e má política

✓ Exemplo de boa formulação:

"Operamos uma política rigorosa de no-logs. Não armazenamos nenhuma informação sobre os sites que você visita, suas consultas de busca ou conteúdo de dados. Apenas retemos metadados de conexão mínimos (marca de tempo e largura de banda utilizada) por 24 horas para solução de problemas técnicos, que não podem identificar sua atividade online."

✗ Exemplo de má formulação:

"Podemos coletar e armazenar informações sobre seu uso de nossos serviços, incluindo, mas não se limitando a, histórico de navegação, horários de conexão e recursos acessados. Esses dados podem ser compartilhados com terceiros para fins comerciais ou fornecidos às autoridades mediante solicitação."

Se a política de privacidade for escrita de forma vaga, com muitas ressalvas como "pode", "poderia", "em certos casos" — isso é um sinal de que o provedor se reserva o direito de registrar qualquer coisa. Provedores confiáveis formulam claramente e de forma específica.

Verificação da jurisdição e legislação

Mesmo que o provedor declare uma política de no-logs, a legislação do país de registro pode obrigá-lo a armazenar dados. Este é o segundo fator crítico de verificação.

Jurisdições perigosas para a privacidade

Existem alianças internacionais de serviços de inteligência que obrigam as empresas a armazenar dados dos usuários e transferi-los mediante solicitação:

Aliança Países Riscos
5 Eyes EUA, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia Máxima troca de dados entre serviços de inteligência
9 Eyes 5 Eyes + Dinamarca, França, Países Baixos, Noruega Alto nível de vigilância
14 Eyes 9 Eyes + Alemanha, Bélgica, Itália, Espanha, Suécia Risco moderado
Rússia Lei de armazenamento de dados (Yarovaya) Armazenamento obrigatório de logs por 6-12 meses
China Lei de cibersegurança Controle total do estado sobre os dados

Como verificar a jurisdição do provedor

Siga os seguintes passos:

  1. Encontre a seção "Sobre nós" ou "Contato" no site do provedor — geralmente lá está indicado o endereço legal da empresa.
  2. Verifique o WHOIS do domínio — use serviços como whois.com para descobrir onde o domínio e a empresa estão registrados.
  3. Estude os Termos de Serviço — lá deve estar indicada a jurisdição para resolução de disputas.
  4. Verifique os dados de pagamento — o país da conta bancária ou do processador de pagamento indicará a localização real.

⚠️ Importante: Alguns provedores registram a empresa em uma jurisdição "segura" (por exemplo, Panamá, Seychelles), mas fisicamente os servidores estão nos EUA ou na UE. Nesse caso, os dados ainda estão sujeitos à legislação local. Pergunte ao suporte onde os servidores estão fisicamente localizados.

Jurisdições seguras para proxies

Países com forte proteção à privacidade e ausência de registro obrigatório:

  • Suíça — leis rigorosas de proteção de dados, não faz parte de alianças de vigilância
  • Panamá — não há leis de armazenamento obrigatório de dados
  • Ilhas Virgens Britânicas (BVI) — jurisdição popular para VPNs e proxies
  • Seychelles — não há acordos de transferência de dados com outros países
  • Romênia — faz parte da UE, mas não há leis de registro obrigatório

Se o provedor de proxies residenciais estiver registrado em um desses países — é um bom sinal, mas não uma garantia. Verifique também os outros pontos deste guia.

Testes técnicos para vazamento de dados

Além da análise de documentos, você pode realizar testes práticos que mostrarão o quanto o proxy protege sua privacidade. Esses métodos não requerem conhecimentos técnicos — apenas um navegador e 15-20 minutos de tempo.

Teste 1: Verificação de vazamento DNS

As consultas DNS revelam quais sites você visita. Se o proxy não protege o DNS — o provedor (ou seu provedor de internet) vê todas as suas consultas mesmo através do proxy.

Como verificar:

  1. Conecte-se ao proxy através de um navegador anti-detect (Dolphin Anty, AdsPower ou GoLogin)
  2. Abra o site dnsleaktest.com
  3. Clique em "Extended test" (teste estendido)
  4. Aguarde os resultados

O que deve estar nos resultados:

  • ✓ Todos os servidores DNS pertencem ao provedor de proxy ou a serviços anônimos
  • ✓ O país dos servidores DNS coincide com o país do proxy
  • ✗ Se os DNS do seu provedor de internet forem visíveis — há vazamento, o proxy não protege o DNS

Teste 2: Verificação de vazamento WebRTC

WebRTC é uma tecnologia para chamadas de vídeo no navegador. Ela pode revelar seu endereço IP real mesmo ao usar um proxy.

Como verificar:

  1. Conecte-se ao proxy
  2. Abra browserleaks.com/webrtc
  3. Verifique a seção "Public IP Address"

O que deve estar:

  • ✓ Mostra apenas o IP do proxy
  • ✗ Se seu IP real for visível na seção "Local IP" ou "Public IP" — há vazamento

💡 Solução: Se você detectar vazamento WebRTC — desative o WebRTC nas configurações do navegador anti-detect. No Dolphin Anty e AdsPower, isso é feito nas configurações do perfil → Avançado → WebRTC → Desativado ou Alterado.

Teste 3: Verificação de cabeçalhos HTTP

Alguns proxies adicionam cabeçalhos nas solicitações HTTP que revelam que você está usando um proxy, ou até mesmo transmitem seu IP real.

Como verificar:

  1. Conecte-se ao proxy
  2. Abra whoer.net ou browserleaks.com/ip
  3. Verifique a seção "HTTP headers" ou "Request headers"

Cabeçalhos perigosos (não devem estar presentes):

  • X-Forwarded-For — pode conter seu IP real
  • Via — indica que a solicitação está passando por um proxy
  • X-Real-IP — pode revelar o IP real
  • Forwarded — versão moderna do X-Forwarded-For

Se esses cabeçalhos estiverem presentes — o proxy está configurado incorretamente ou o provedor está intencionalmente transmitindo informações de que um proxy está sendo usado. Proxies de qualidade móveis e proxies residenciais não devem adicionar tais cabeçalhos.

Teste 4: Verificação de consistência de geolocalização

Este teste mostra o quão "limpo" o IP fornecido pelo provedor é — se os dados de geolocalização de diferentes fontes coincidem.

Como verificar:

  1. Conecte-se ao proxy
  2. Abra vários serviços de verificação de IP: whoer.net, 2ip.ru, ipleak.net
  3. Compare os dados: país, cidade, provedor, fuso horário

O que deve estar:

  • ✓ Todos os serviços mostram o mesmo país e cidade
  • ✓ O fuso horário do navegador coincide com a geolocalização do IP
  • ✓ O provedor de internet parece ser um ISP comum, e não um data center
  • ✗ Se os dados se contradizem — o IP é "sujo" ou o proxy está mal configurado

Análise dos métodos de pagamento e registro

Os métodos de pagamento e os requisitos durante o registro dizem muito sobre o quão seriamente o provedor leva a privacidade dos usuários.

Métodos de pagamento anônimos

Provedores que realmente se preocupam com a privacidade oferecem métodos de pagamento anônimos:

Método de pagamento Nível de anonimato Comentário
Criptomoeda (Bitcoin, Monero) Alto Máxima anonimato, especialmente Monero
Cartões pré-pagos Médio-alto Bom se não exigirem verificação
PayPal Médio Parcial anonimato do provedor
Cartões bancários Baixo O provedor conhece sua identidade
Transferência bancária Baixo Divulgação total da identidade

Se o provedor aceita apenas cartões bancários e transferências — isso é um sinal de que eles não se importam em saber quem você é. A presença de criptomoedas na lista de métodos de pagamento é um bom sinal (embora não garanta a ausência de registro).

Requisitos durante o registro

Preste atenção ao que o provedor exige ao criar uma conta:

  • Apenas e-mail — requisitos mínimos, pode usar e-mail temporário
  • ~ E-mail + número de telefone — aceitável se não exigirem verificação de documentos
  • Verificação de identidade (KYC) — passaporte, selfie com documentos — o provedor sabe exatamente quem você é
  • Vinculação a redes sociais — método adicional de identificação

⚠️ Paradoxo do KYC: Alguns provedores exigem verificação de identidade "para combater fraudes", mas ao mesmo tempo afirmam ter uma política de no-logs. Essa contradição — se eles armazenam seus documentos, eles tecnicamente podem vincular sua atividade à sua identidade mesmo sem logs de tráfego.

Pesquisa de reputação e avaliações

A reputação do provedor na comunidade profissional é um dos indicadores mais confiáveis. Pessoas que perderam contas devido a vazamentos de dados certamente escreverão sobre isso.

Onde procurar avaliações reais

Não confie nas avaliações no site do próprio provedor ou em plataformas como Trustpilot (elas podem ser facilmente manipuladas). Procure discussões em comunidades profissionais:

  • Canais do Telegram de arbitradores — lá discutem quais provedores "vazam" dados do Facebook
  • Fóruns de arbitragem de tráfego — procure tópicos sobre segurança e privacidade
  • Reddit — subreddits r/privacy, r/VPN (os princípios de verificação de VPN se aplicam a proxies)
  • Fóruns especializados — blackhatworld.com, bhw.com para discutir ferramentas
  • Revisões no YouTube — procure revisões independentes de praticantes, e não comerciais

O que observar nas avaliações

Procure menções a incidentes específicos:

  • "Após usar o proxy do [provedor], recebi um banimento em cadeia de todas as contas do Facebook" — possível vazamento da conexão entre contas
  • "O provedor entregou logs mediante solicitação judicial" — confirmação de que os logs são armazenados
  • "IP rapidamente entra em listas negras" — sinal de que o IP é usado para spam ou que o provedor vende um IP para muitos
  • "O suporte solicitou detalhes da minha atividade" — significa que eles têm acesso aos logs

Verificação do histórico de incidentes

Pesquise no Google as consultas:

  • "[nome do provedor]" + "data breach" — vazamentos de dados
  • "[nome do provedor]" + "logging" + "proof" — evidências de registro
  • "[nome do provedor]" + "banned accounts" — conexão com banimentos de contas
  • "[nome do provedor]" + "warrant canary" — existe um sistema de aviso sobre solicitações das autoridades

Se você encontrar notícias sobre vazamentos de dados ou transferência de logs para as autoridades — isso é uma bandeira vermelha crítica. Mesmo um único incidente desse tipo significa que a política de no-logs não está funcionando na prática.

Indicadores de transparência do provedor

Provedores que realmente não registram dados geralmente são o mais transparentes possível em seu trabalho. Aqui estão os sinais de abertura que você deve procurar:

Warrant Canary

Esta é uma declaração pública do provedor de que ele NÃO recebeu solicitações de autoridades. É atualizada regularmente (a cada trimestre ou ano). Se a declaração parar de ser atualizada — significa que o provedor recebeu uma solicitação e legalmente não pode informar isso diretamente, mas pode "esquecer" de atualizar o canário.

Exemplo de formulação do Warrant Canary:

Em 31 de dezembro de 2024, [Nome da Empresa] NÃO recebeu:
- Nenhuma Carta de Segurança Nacional
- Nenhuma ordem de silêncio
- Nenhum mandado de qualquer organização governamental
- Nenhuma solicitação para registrar dados dos usuários

A presença de um Warrant Canary é um sinal muito forte e positivo. Isso mostra que o provedor está disposto a correr riscos legais para alertar os usuários.

Relatório de Transparência

Alguns provedores publicam relatórios regulares sobre solicitações de dados de autoridades e empresas. No relatório, eles indicam:

  • Quantidade de solicitações recebidas de autoridades
  • Quantidade de solicitações que foram atendidas
  • Quantidade de solicitações que foram negadas
  • Tipos de dados solicitados
  • Países de onde as solicitações vieram

Se o provedor publica um Relatório de Transparência e lá está indicado "0 solicitações atendidas devido à ausência de dados" — isso confirma a política de no-logs na prática.

Auditoria de segurança independente

Provedores de topo contratam auditorias independentes de sua infraestrutura por empresas especializadas (por exemplo, PwC, Cure53, Deloitte). Os auditores verificam:

  • Se realmente não há sistemas de registro nos servidores
  • Se a implementação técnica corresponde à política declarada
  • Se não há vulnerabilidades que possam levar a vazamentos de dados

Se o provedor passou por uma auditoria independente e publica os resultados — isso é o máximo nível de confiança. Verifique:

  • Quem realizou a auditoria (se é uma empresa conhecida)
  • Quando foi realizada (se o relatório é recente ou de 5 anos atrás)
  • Se o relatório completo foi publicado ou apenas um "resumo"

Componentes de código aberto

Alguns provedores tornam parte de seu código aberto (aplicativos clientes, bibliotecas). Isso permite que pesquisadores independentes verifiquem a ausência de funções ocultas de registro. Embora a parte do servidor ainda permaneça fechada, a abertura do código do cliente é um sinal positivo.

Bandeiras vermelhas: quando há certeza de registro

Existem situações em que se pode afirmar com certeza que o provedor registra dados, mesmo que ele negue. Aqui está uma lista de bandeiras vermelhas críticas:

O provedor pode mostrar sua atividade

Se você entrar em contato com o suporte com um problema e o operador disser: "Eu vejo que você acessou o site X às 14:35" ou "Seu IP foi usado para acessar esses recursos" — isso é uma prova direta de registro. Um provedor com uma verdadeira política de no-logs não pode saber o que você estava fazendo.

Proxies gratuitos

Proxies gratuitos SEMPRE registram dados — esse é o modelo de negócio deles. Eles vendem seus dados para anunciantes ou os usam para outros fins. Nunca use proxies gratuitos para trabalhar com contas importantes.

Preços muito baixos

Se proxies de data center custam de 5 a 10 vezes menos que o mercado — pergunte como o provedor ganha dinheiro. Pode ser vendendo seus dados ou usando seu tráfego para ataques DDoS.

Exigência de instalação de certificado

Se o provedor exigir que você instale um certificado SSL raiz "para o funcionamento correto do HTTPS" — isso permite que ele decifre todo o seu tráfego HTTPS (ataque man-in-the-middle). Provedores legítimos NUNCA exigem a instalação de certificados.

Ausência de documentos sobre privacidade

Não há Política de Privacidade, os Termos de Serviço são vagos, a jurisdição não está indicada — isso significa que o provedor está ocultando informações.

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